Tendências perigosas
Topei hoje uma tendência que não parece boa.
Já várias vezes tinha ouvido falarem em privilégios e em direitos dos trabalhadores, principalmente quando estes o eram na função pública.
É verdade que podem existir alguns privilégios injustificados. Agora, por ex., falar em idade de reforma, congelamento das progressões e outras coisas que tais e fazer essa colagem a privilégios, isso é que não.
Não tenho muitas dúvidas que é daquele tipo de medidas que pretende fazer incutir em todos os que não são funcionários públicos a ideia de que estes são uns beneficiados, que a vida está boa é para eles e, dessa forma, limitar efeitos de solidariedade entre o resto dos portugueses e os funcionários públicos.
Se a máquina do Estado é pesada, não me parece que a culpa seja do excesso de funcionários ou agentes da Administração Pública. A culpa é, sim, de quem os deixou entrar. De quem não os sabe gerir ou organizar. De quem não pretende decidir como os redistribuir por serviços que, em muitos casos, estão deficitários de trabalhadores e que, em função disso mesmo, prestam mau serviço público.
Em lugar de governar pela negativa, tendo como primeira medida a imposição de correntes mais apertadas, este PS, socialista de nome, devia procurar encontrar soluções positivas.
É disso exemplo dar a possibilidade de professores com elevado grau de incapacidade para exercer sua profissão se poderem requalificar e, dessa maneira, ingressarem noutra carreira do regime geral. Mas haverá outras.
É preciso é trabalhar, que foi para isso que foram eleitos.
Já várias vezes tinha ouvido falarem em privilégios e em direitos dos trabalhadores, principalmente quando estes o eram na função pública.
É verdade que podem existir alguns privilégios injustificados. Agora, por ex., falar em idade de reforma, congelamento das progressões e outras coisas que tais e fazer essa colagem a privilégios, isso é que não.
Não tenho muitas dúvidas que é daquele tipo de medidas que pretende fazer incutir em todos os que não são funcionários públicos a ideia de que estes são uns beneficiados, que a vida está boa é para eles e, dessa forma, limitar efeitos de solidariedade entre o resto dos portugueses e os funcionários públicos.
Se a máquina do Estado é pesada, não me parece que a culpa seja do excesso de funcionários ou agentes da Administração Pública. A culpa é, sim, de quem os deixou entrar. De quem não os sabe gerir ou organizar. De quem não pretende decidir como os redistribuir por serviços que, em muitos casos, estão deficitários de trabalhadores e que, em função disso mesmo, prestam mau serviço público.
Em lugar de governar pela negativa, tendo como primeira medida a imposição de correntes mais apertadas, este PS, socialista de nome, devia procurar encontrar soluções positivas.
É disso exemplo dar a possibilidade de professores com elevado grau de incapacidade para exercer sua profissão se poderem requalificar e, dessa maneira, ingressarem noutra carreira do regime geral. Mas haverá outras.
É preciso é trabalhar, que foi para isso que foram eleitos.

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