Voltámos
Pois é. Estamos de volta. Seja para usar o G-6 como uma arma de arremeço político, seja para o usar como arma de masturbação intelectual, seja para o usar sem adjectivos, ou seja, como arma de arremeço e como arma de masturbação. Aliás, é bem possível que o resultado da masturbação seja o arremeço de tiro de canhão. Não interessa. O que interessa é que voltámos.
Isto anda mal.
O exemplo disso é o tipo de atrasado mental que vai à televisão.
Vejamos o caso mais mediático: o da menina.
Pois temos um Barra da Costa a dizer para os cães irem à igreja da Luz cheirar os coeiros do Padre. Pois que o atrasado mental não percebeu que se o cão fosse para ali cheirar, ficava tão confuso como um cão farejador de droga e de maricas para os lados do Caldas. Sim, ia detectar odor de decomposição, mas isso é natural. Ainda há uma coisa chamada velórios. Para além disso, diz que o cemitério é mesmo atrás da Igreja.
E o Sargento? Psiquiatra forense, ou como-quem-não-entrega-o-doutoramento-por-fazer-parte-dos-órgãos-directivos-da-Lusófona (so they say). Este dizia: onde está o ursinho? Nunca mais vi o ursinho... Isso, meu Caro, foi porque V. Exa. deixou de se olhar ao espelho. É que até quando foi à PJ a mãe da menina levava o ursinho na mochila, com a cabecinha de fora. À saída do avião, trazia um dos gémeos e o ursinho. Que raios, até quando está a limpar o rabo aquela senhora anda com o ursinho. E dar as mãos a entrar para o carro, especialmente quando entra um de cada lado... é que não dá jeitinho nenhum...
Finalmente, o Professor Marcelo a tentar explicar a diferença entre negligência consciente e dolo enventual... triste espectáculo...
Mas o que interessa verdadeiramente, é que estamos de volta. Para achincalhar, e para o resto...
Isto anda mal.
O exemplo disso é o tipo de atrasado mental que vai à televisão.
Vejamos o caso mais mediático: o da menina.
Pois temos um Barra da Costa a dizer para os cães irem à igreja da Luz cheirar os coeiros do Padre. Pois que o atrasado mental não percebeu que se o cão fosse para ali cheirar, ficava tão confuso como um cão farejador de droga e de maricas para os lados do Caldas. Sim, ia detectar odor de decomposição, mas isso é natural. Ainda há uma coisa chamada velórios. Para além disso, diz que o cemitério é mesmo atrás da Igreja.
E o Sargento? Psiquiatra forense, ou como-quem-não-entrega-o-doutoramento-por-fazer-parte-dos-órgãos-directivos-da-Lusófona (so they say). Este dizia: onde está o ursinho? Nunca mais vi o ursinho... Isso, meu Caro, foi porque V. Exa. deixou de se olhar ao espelho. É que até quando foi à PJ a mãe da menina levava o ursinho na mochila, com a cabecinha de fora. À saída do avião, trazia um dos gémeos e o ursinho. Que raios, até quando está a limpar o rabo aquela senhora anda com o ursinho. E dar as mãos a entrar para o carro, especialmente quando entra um de cada lado... é que não dá jeitinho nenhum...
Finalmente, o Professor Marcelo a tentar explicar a diferença entre negligência consciente e dolo enventual... triste espectáculo...
Mas o que interessa verdadeiramente, é que estamos de volta. Para achincalhar, e para o resto...

1 Comments:
Pois seja bem vindo,camarada mestre. Espero que estejam todos prontos para o regresso.
Saudações!
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