País
Oh País, que nos viste partir para conquistar o mundo
Que nos viste subjugar o preto à força da nossa espada
Que observaste a flutuação do nosso sentimento
De Justiça
Do certo
Do errado
Oh Pátria cuja alma devíamos todos transportar
Oh Sol que tantos iluminaste,
Ilumina-nos a nós também.
Fá-los ver.
Faz-nos ver.
Voltaremos a elevar o teu Nome.
Se não o teu Nome, pelo menos o nosso nível.
Que nos viste subjugar o preto à força da nossa espada
Que observaste a flutuação do nosso sentimento
De Justiça
Do certo
Do errado
Oh Pátria cuja alma devíamos todos transportar
Oh Sol que tantos iluminaste,
Ilumina-nos a nós também.
Fá-los ver.
Faz-nos ver.
Voltaremos a elevar o teu Nome.
Se não o teu Nome, pelo menos o nosso nível.

3 Comments:
Sugiro que confrontem o post "o Império" com o post "país".
Antítese é a única palavra que me ocorre.
Meu caro não-identificado,
A contradição é só, e apenas, aparente...
Enquanto autor do "Império" devo dizer que, ainda que ambos os textos possam ser a antítese um do outro, a liberdade de opinião e a criatividade individual são timbre desta confraria.
De qualquer forma, é sempre agradável saber que visita o nosso blog e que, aparentemente, o faz de uma forma tão interessada...
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